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EIXO

DEMOCRACIA

Propõe-se uma reflexão crítica sobre como garantir e estimular práticas políticas nos espaços urbanos em um contexto global e em um país que enfrenta ameaças de recessão democrática. Pensar como tornar as cidades mais acessíveis, seguras, acolhedoras, convidativas, mas também lugar onde contrastes e conflitos são latentes, discutindo questões sobre a presença das diversas classes sociais, das raças e dos gêneros. Também se propõe que sejam levantadas soluções inovadoras em relação ao planejamento e gestão democrática, a partir de experiências vinculadas ao território.

© Nelson Kon. Ladeira Porto Geral em São Paulo (1994)

© Luisa C. Zucchi (2019)

EIXO

CORPOS

Relaciona espaço e temas como interseccionalidade, vulnerabilidades e políticas sociais propondo uma reflexão sobre como garantir práticas coletivas tendo em vista questões de saúde pública, discriminação, violência e violações de direitos. Neste eixo, visamos debater acesso, convivência e circulação de pessoas nas cidades. Este eixo propõe ainda uma reflexão sobre usos de espaços domésticos, profissionais e institucionais frente ao desafio de abrigar atividades diversas e de garantir a saúde coletiva.

© Inês Bonduki, da série Linha Vermelha (2017)

© Luisa C. Zucchi (2018)

EIXO

INFORMAÇÃO

Abre horizontes para o debate de políticas urbanas e sociais a partir de uma temática que toca todos os aspectos da vida contemporânea, mas ainda está restrita a especialistas: a informação. Propomos lançar luz sobre as questões de privacidade e proteção de dados, bem como às experimentações com modelos de governança de dados públicos e privados no gerenciamento dos corpos e das práticas cotidianas, estimulando o debate sobre cartografias colaborativas, reconhecimento facial, discriminação algorítmica, internet das coisas e ciência de dados urbanos com a perspectiva de governança de cidades.

© Tuca Vieira. Glitch #01. Série Glitches

© Tuca Vieira. Glitch #16. Série Glitches

EIXO

MEMÓRIA

Entendendo-a como o agente coletivo que nos confronta diante do estranhamento de um novo mundo e nos conforta em relação às suas permanências, mas também como um processo de reelaboração permanente deste passado no presente e que possui a propriedade de conservar ou de apagar certas informações, lançamos o desafio de compreender como utilizar a pré-existência para a reinvenção do cotidiano nas cidades. Este eixo também visa refletir como a arquitetura e a infraestrutura urbana podem colaborar para a construção de uma memória coletiva que torne mais acolhedor o processo de (re)ocupação, (re) construção e (re) significação das cidades.

© Cristiano Mascaro. Casa em Ruínas na Vila Maria Zélia. Série São Paulo, a Cidade

© Giselle Beiguelman. Memória da Amnésia (2015)

EIXO

ECOLOGIA

Fundamental para o equilíbrio entre áreas urbanas e naturais, a discussão sobre ecologia propõe a reflexão sobre o planejamento de cidades atentas ao equilíbrio ambiental e ao desenvolvimento de atividades produtivas, voltados para a qualidade de vida de sua população a partir de temas como mudanças climáticas, cidades de baixo carbono, agricultura urbana e segurança alimentar.

© Sérgio Souza (@serjosoza)

© Nelson Kon. Paisagem de Cubatão – Usina Henry Borden ao fundo (1998)

EIXO

DEMOCRACIA

Propõe-se uma reflexão crítica sobre como garantir e estimular práticas políticas nos espaços urbanos em um contexto global e em um país que enfrenta ameaças de recessão democrática. Pensar como tornar as cidades mais acessíveis, seguras, acolhedoras, convidativas, mas também lugar onde contrastes e conflitos são latentes, discutindo questões sobre a presença das diversas classes sociais, das raças e dos gêneros. Também se propõe que sejam levantadas soluções inovadoras em relação ao planejamento e gestão democrática, a partir de experiências vinculadas ao território.

© Nelson Kon. Ladeira Porto Geral em São Paulo (1994)

© Luisa C. Zucchi (2019)

EIXO

CORPOS

Relaciona espaço e temas como interseccionalidade, vulnerabilidades e políticas sociais propondo uma reflexão sobre como garantir práticas coletivas tendo em vista questões de saúde pública, discriminação, violência e violações de direitos. Neste eixo, visamos debater acesso, convivência e circulação de pessoas nas cidades. Este eixo propõe ainda uma reflexão sobre usos de espaços domésticos, profissionais e institucionais frente ao desafio de abrigar atividades diversas e de garantir a saúde coletiva.

© Inês Bonduki, da série Linha Vermelha (2017)

© Luisa C. Zucchi (2018)

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INFORMAÇÃO

Abre horizontes para o debate de políticas urbanas e sociais a partir de uma temática que toca todos os aspectos da vida contemporânea, mas ainda está restrita a especialistas: a informação. Propomos lançar luz sobre as questões de privacidade e proteção de dados, bem como às experimentações com modelos de governança de dados públicos e privados no gerenciamento dos corpos e das práticas cotidianas, estimulando o debate sobre cartografias colaborativas, reconhecimento facial, discriminação algorítmica, internet das coisas e ciência de dados urbanos com a perspectiva de governança de cidades.

© Tuca Vieira. Glitch #01. Série Glitches

© Tuca Vieira. Glitch #16. Série Glitches

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MEMÓRIA

Entendendo-a como o agente coletivo que nos confronta diante do estranhamento de um novo mundo e nos conforta em relação às suas permanências, mas também como um processo de reelaboração permanente deste passado no presente e que possui a propriedade de conservar ou de apagar certas informações, lançamos o desafio de compreender como utilizar a pré-existência para a reinvenção do cotidiano nas cidades. Este eixo também visa refletir como a arquitetura e a infraestrutura urbana podem colaborar para a construção de uma memória coletiva que torne mais acolhedor o processo de (re)ocupação, (re) construção e (re) significação das cidades.

© Cristiano Mascaro. Casa em Ruínas na Vila Maria Zélia. Série São Paulo, a Cidade

© Giselle Beiguelman. Memória da Amnésia (2015)

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ECOLOGIA

Fundamental para o equilíbrio entre áreas urbanas e naturais, a discussão sobre ecologia propõe a reflexão sobre o planejamento de cidades atentas ao equilíbrio ambiental e ao desenvolvimento de atividades produtivas, voltados para a qualidade de vida de sua população a partir de temas como mudanças climáticas, cidades de baixo carbono, agricultura urbana e segurança alimentar.

© Sérgio Souza (@serjosoza)

© Nelson Kon. Paisagem de Cubatão – Usina Henry Borden ao fundo (1998)